quinta-feira, 8 de março de 2012

Mulher, fonte de vida

A história se recria a cada geração. Os séculos recebem novos personagens e, dos inúmeros fatos registrados, algo sempre aconteceu: a guerra. Você pode achar estranho falar de algo em que pessoas morrem, famílias perdem pessoas amadas e territórios são tomados numa busca, normalmente como argumento, pela paz. Porém aqui, a guerra é outra. Hoje, nestas palavras, a guerra é retratada como vida!

Nos corredores biológicos lá estão bilhões de seres que disputam seu espaço com ‘unhas e dentes’. Nesse percurso, há um ser único que detém o poder da vida. Se pensarmos que cada um é diferente, cada cabeça é uma sentença, não esqueçamos que mesmo com diferenças, existe algo similar em todas essas guerras. Algo universal e inigualável. A reprodução.

Hoje olhamos para a história e vemos os mais diversos relatos. Diversas formas de disputas. Mortes incomputáveis. Porém, você MULHER, assim como sua capacidade de gerar vida, consegue fazer o milagre de conduzir a única disputa em que um ser humano tem como prêmio vir ao mundo. Após isso, ele segue sendo premiado com o primeiro abraço e beijo de uma mãe.

Dizem que a mulher tem a percepção aguçada. Que sente e percebe. Dizem que a mulher é mais forte, que na hora das dificuldades, nos momentos decisivos, ela se supera. Isso não é o suficiente para demonstrar toda admiração que a humanidade deve às mulheres. Elas são responsáveis pela história, pelas novas gerações, pelo futuro. Mesmo que o mundo, o homem, em diversos momentos históricos, e até os dias de hoje, consiga promover injustiça sobre as deusas da humanidade, honestamente, o Dia da Mulher existe desde o primeiro dia em que um ser humano pisou na terra e esse, provavelmente era uma mulher.

Mulher é vida.


*Texto: Regis Luís Cardoso

quarta-feira, 7 de março de 2012

Assembleia define a Comissão Eleitoral do Sindijor-PR

Na noite de ontem (07), em Assembleia Geral Extraordinária na sede do Sindijor-PR, os jornalistas elegeram os integrantes da Comissão Eleitoral do Sindicato, que comandará o pleito da categoria que acontece ainda neste semestre.

Nilson Monteiro Menezes, Hamilton Amadeo Cezario e Manoel Nicolau Ramires Neto serão os responsáveis por organizar as eleições. Também foram eleitos Bernardo Bittencourt Neto e Firmino Dias Lopes como suplentes.

A Assembleia também definiu a realização de duas reuniões da Comissão, nos dias 09 e 15, para estabelecer, segundo o estatuto do Sindicato, como será o andamento do processo eleitoral. O primeiro ato da Comissão será publicar edital do Processo Eleitoral do Sindijor-PR, que deve ocorrer até o dia 21 de março.

terça-feira, 6 de março de 2012

Franklin Martins: “governo tem obrigação de liderar regulação da mídia e confio que irá fazê-lo”

Em debate realizado em Curitiba, ex-ministro disse que governo pode ser mais rápido ou mais lento no debate sobre a regulação da mídia, mas o importante é que o debate já está aberto e não pode mais ser interditado. “O que está em jogo é como será feito este debate, através de um acerto entre quatro paredes, ou se a sociedade vai participar”, destacou Franklin Martins. Leia matéria na íntegra aqui.

Workshop de Fotojornalismo em Cascavel-PR

Nos dias 24 e 25 de março, o repórter fotográfico Joka Madruga, estará na antiga sede da APP Sindicato, a Rua Francisco Bartinik , 2017, Jardim Cristal (próximo ao mercado Irani, no Parque Verde), em Cascavel-PR, para ministrar um workshop sobre fotojornalismo que tem duração de doze horas, das 08h às 18h no primeiro dia e das 08h às 12h no segundo dia. Na ocasião, cada participante poderá aprimorar o conceito de fotojornalismo, dentro do universo maior que é a fotografia e terá a oportunidade de produzir imagens sob a ótica e orientação de um profissional experiente, com registro no Ministério do Trabalho, membro da Associação de Repórteres Fotográficos e Cinematográficos (ARFOC) e freelancer de grandes agências de imagens.

O workshop é voltado para fotógrafos profissionais e amadores, estudantes de comunicação, sindicalistas, assessores de imprensa e interessados na arte de fotografar com olhar jornalístico. Para participar, é necessário possuir câmera fotográfica e saber operar seu equipamento. Curso de fotojornalismo oferece, pra quem é sindicalizado em dia e estudante pré-sindicalizado que pagou a anuidade 2012 do Sindijor, desconto de 20% e emissão de certificado. As inscrições vão até 22 de março, com vagas limitadas, e devem ser feitas pelo e-mail oficinas@jokamadruga.com. Informações no fone (41) 9938-3744 e aqui.

Jornalistas lançam portal com informações políticas

A política paranaense passa a ser analisada de uma maneira diferente da habitual a partir desta terça-feira, dia 06 de março de 2012. O portal de Internet Vanguarda Política voltou ao universo online trazendo a independência na análise dos fatos que movimentam o cenário político estadual e nacional. Comandado pelos jornalistas Elizabete Castro, Marcela Mendes e Roger Pereira, o Vanguarda promete isenção em suas informações sem dedos ou pitacos, intromissão corriqueira oriunda das redações locais do estado.

Guiados pela simples informação, como deveria ser a prática dos grandes meios de comunicação, os profissionais se pautarão sem filtros. “Nosso negócio é fazer notícia e não negócio com notícia”, afirmam os jornalistas. Adepto da livre prática jornalística, o portal mostrará os lados das informações viciadas, repedidas incansavelmente pela mídia hegemônica. Vai apresentar a notícia como ela deve ser. O portal pode ser acessado pelo endereço www.vanguardapolitica.com.br. É possível acompanhar pelo Twitter (@portalvanguarda) e no facebook.

Curso de Cinema Documental



Aprenda a refletir sobre a realidade em aulas de roteiro, direção, fotografia, produção, som e edição. O curso é realizado pelo Omicron – Centro de Fotografia – voltado ao cinema documental. Inscrições pelo fone: 41 3252 1093 ou omicronfotografia.com.br. Turmas aos sábados das 9h às 12h10 e das 14h às 17h10, duração de um semestre. Matrícula R$120,00, mais seis parcelas de R$550,00.

segunda-feira, 5 de março de 2012

Sindicatos e Fenaj buscam unificação regional




Dirigentes dos três sindicatos que representam os jornalistas na região Sul (Paraná, Santa Catarina e Rio Grande do Sul) e representantes da Fenaj (Federação Nacional dos Jornalistas) deram um passo importante no sentido de promover uma unificação regional da categoria e elaborar uma pauta unificada de lutas. Essa construção de atuação coletiva entre os profissionais dos três estados foi à pauta central do 1º Seminário Regional Sul de Campanha Salarial e Negociação Coletiva, realizado no fim de semana em Florianópolis (SC).

Os dirigentes dos sindicatos do Sul também tiveram a oportunidade de conhecer a realidade local de cada Estado, expondo as dificuldades e os avanços conquistados por cada entidade sindical. Para o presidente nacional da FENAJ, Celso Schröder, o Seminário Regional Sul é uma experiência que deve servir de modelo para as demais regiões: “esperamos que esse exemplo dos sindicatos da região Sul se expanda para outras regiões, pois além de uma unidade regional, precisamos produzir uma unidade nacional dos jornalistas”.

Schröder trouxe às mesas de discussões temas como a questão do diploma da profissão, piso nacional unificado e discussões sobre a democratização da comunicação. “Falta pouco para vencermos essa batalha em relação ao diploma, essa é uma luta que está prestes a chegar ao fim, uma luta que nos consumiu durante a última década, mas que vai exigir um último esforço agora nessa reta final”, falou o presidente da Fenaj, em relação a pressão que a categoria exercerá quando a PEC do Diploma estiver em discussão na Câmara dos Deputados.

Em relação ao piso unificado nacional, projeto de lei apresentado na Câmara Federal pelo deputado André Moura (PSC-SE), Celso Schröder, lembrou que essa é uma proposta que já foi discutida e aprovada em Congresso Nacional dos Jornalistas em 1985. “Essa proposta encaminhada ao então presidente da República, José Sarney, que acabou vetando a proposta. Para que a liberdade de expressão seja realmente alcançada, é necessário termos trabalhadores livres e isso passa por salários dignos”.

O jornalista Sergio Murilo de Andrade, ex-presidente da Fenaj e atual diretor da entidade, também enalteceu a pauta central do seminário regional. “Esse é um momento importante dos jornalistas, essa tentativa de fazer uma unificação de pautas comuns. A Fenaj está retomando essa discussão e as direções dos sindicatos estão retomando esse compromisso de pensar bandeiras únicas da categoria”, destacou.

O também diretor da Fenaj, José Carlos Torves, apresentou dados importantes para o quadro de negociações das campanhas salariais dos jornalistas, em especial com a exposição de números de lucratividade e a expansão que grandes empresas de comunicações da região Sul, como o grupo RBS, GRPCom e RIC/Record tiveram ao longo de 2011. O crescimento médio dos meios de comunicação no Brasil no ano passado foi de 8,5%, expansão puxada pela televisão.

Ao final do Seminário Regional Sul, os dirigentes encaminharam a proposta da formação de uma comissão para traçar estratégias de atuação coletiva entre os três estados, grupo liderado pelos presidentes dos sindicatos do Paraná, Márcio Rodrigues, José Nunes (Rio Grande do Sul), Valmor Fritsche (Santa Catarina), além Ayoub Hanna Ayoub, do Sindicato do Norte do Paraná, que não pôde comparecer ao seminário.

Crédito Foto e Texto: Julio César Carignano

sexta-feira, 2 de março de 2012

SANGUE NOVO: Prorrogadas inscrições para 16 de março




O Sindicato dos Jornalistas Profissionais do Paraná prorroga as inscrições para a 17ª edição do Prêmio Sangue Novo no Jornalismo Paranaense. O prazo estipulado é para o dia 16 de março de 2012 até as 18h. Aguardamos os trabalhos para premiar os novos talentos do jornalismo paranaense. Seguem regulamento e ficha de inscrição.

Contra o obscurantismo da Sky, em defesa da diversidade de conteúdo nacional

A Sky iniciou uma forte campanha em que mobiliza seus usuários contra a lei 12.485, sancionada em setembro de 2011 e que deve ser regulamentada até este mês de março. A empresa combina argumentos mentirosos com falácias numa defesa oportunista da liberdade de escolha do usuário. Na campanha, a empresa reúne atletas dos clubes de vôlei e basquete que ela patrocina para apontar uma série de supostas ameaças trazidas pela lei e conclamar o usuário a se manifestar no STF e diretamente na Ancine. A empresa usa a boa fé do usuário da TV por assinatura e de atletas de renome do esporte nacional para defender disfarçadamente seus próprios interesses comerciais. O Fórum Nacional pela Democratização da Comunicação rechaça essa estratégia desonesta e chama atenção dos usuários da Sky para que não sejam ludibriados pela propaganda enganosa da empresa.

Surpreendentemente, nenhuma das sete afirmações principais feitas pela empresa na propaganda exibida se sustenta. Frente ao grande número de acusações infundadas, é fundamental enfrentar cada um dos argumentos.

Você é a favor da liberdade na TV por assinatura? - A frase que abre a campanha da Sky sugere duas coisas: primeiro, que há hoje liberdade na TV por assinatura. Segundo, que essa liberdade está ameaçada. As duas premissas são falsas. Hoje, o usuário não tem liberdade de contratar os canais aleatórios de forma avulsa, nem construir seus próprios pacotes e nem comprar canais que a operadora não quiser lhe oferecer. Exemplo recente e oportuno é a dificuldade do usuário em ter acesso à Fox Sports, que transmite a Libertadores da América, porque as operadoras (como a Sky) não querem oferecê-lo. Além disso, a lei não fere em nada a liberdade do usuário. Ao contrário, ela busca ampliar a oferta, com a entrada de novos canais e de mais concorrentes entre as operadoras, e assim gerar mais diversidade e opções.

Uma lei poderá mudar toda sua programação de TV por assinatura – a lei 12.485 altera pouco da programação para o usuário comum. Por meio de cotas de conteúdo brasileiro e independente, que somam 3h30 por semana (!) e no máximo doze entre as dezenas de canais disponíveis, ela busca ampliar a oferta de conteúdo brasileiro e dar espaço para as produtoras independentes que hoje não têm espaço e liberdade de veiculação de sua produção. A cota incide apenas nos canais que transmitem majoritariamente, em seu horário nobre, filmes, séries, documentários, animações e reality shows.

A lei não considera esporte e jornalismo como conteúdo nacional – Não é verdade. A lei considera sim esses conteúdos como nacionais, mas não impõe cotas de veiculação de esportes. Os canais de esportes não entram na conta das cotas, não têm obrigações de cotas e continuam sendo ofertados normalmente sem qualquer alteração.

Haverá menos esporte na programação – não faz nenhum sentido afirmar que haverá menos esporte na programação. Os canais esportivos não são impactados em nada pela lei. Se a empresa quiser ofertar um pacote só de canais esportivos pode fazer isso à vontade, e não tem de abrir nenhum minuto de cotas de conteúdo brasileiro e independente. A lei não interfere em nada na quantidade de conteúdo esportivo na programação.

Esta é uma grave intervenção nos meios de comunicação – as regras estabelecidas na nova lei estão longe de ser uma grave intervenção. Na verdade, regras como essas existem em todas as democracias avançadas no mundo. Todos esses países constroem instrumentos de regulação para garantir mais pluralismo e diversidade de conteúdo, e para fazer com que a liberdade de expressão seja ampla, e não valha apenas para os donos de meios de comunicação.

Agência reguladora terá poderes para controlar o conteúdo da TV paga – a Ancine não terá poder para controlar o conteúdo, apenas irá zelar pelo cumprimento das regras definidas democraticamente pela lei. Problema seria se houvesse uma lei sem nenhum órgão responsável pela sua fiscalização.

A lei vai gerar impacto no preço da assinatura e na liberdade de escolha – como já foi dito, a liberdade de escolha do usuário, hoje pequena, só aumenta, não diminui. Em relação ao preço da assinatura, a tendência é justamente a contrária. A lei amplia a concorrência e deve fazer com que, em médio prazo, o usuário pague menos pelos pacotes.

É preciso ficar claro que a campanha da Sky não defende o interesse do usuário nem do esporte nacional. O problema para a empresa é que, ao permitir a entrada das empresas de telecomunicações no mercado de TV a cabo, a lei cria concorrência em vários locais em que a Sky é hoje a única opção do usuário. O que está em jogo, portanto, são os interesses comerciais da empresa.

A lei já foi aprovada e sancionada em setembro, e a Sky está apoiando uma Ação Direta de Inconstitucionalidade que tenta derrubá-la no Supremo Tribunal Federal. O momento atual é de definição da regulamentação da lei, e o mais importante é justamente garantir que os objetivos de ampliação da diversidade e da pluralidade sejam materializados. Para isso, qualquer iniciativa de debate democrático é bem-vinda. Só não valem propagandas obscurantistas e falaciosas como essa da Sky.

FNDC

(Coordenação Executiva: CUT - Central Única dos Trabalhadores, Abraço – Ass. Brasileira de Radiodifusão Comunitária, Aneate – Ass. Nacional das Entidades de Artistas e Técnicos em Espetáculos de Diversões, Arpub – Ass. das Rádios Públicas do Brasil, Centro de Estudos da Mídia Alternativa Barão de Itararé, CFP - Conselho Federal de Psicologia, Fitert - Federação Interestadual dos Trabalhadores em Empresas de Radiodifusão e Televisão, Fittel - Federação Interestadual dos Trabalhadores em Telecomunicações, Intervozes – Coletivo Brasil de Comunicação Social)

quinta-feira, 1 de março de 2012

Repúdio à violência contra comunicadores no Paraná

O Sindicato dos Jornalistas Profissionais do Paraná (Sindijor-PR) repudia as atitudes ditatoriais e que atacam a liberdade de imprensa vitimando os trabalhadores da comunicação no Paraná nas últimas semanas. O fato mais recente aconteceu na noite da última terça-feira (28/02), em Campo Largo, Região Metropolitana de Curitiba (RMC), quando o secretário de segurança do município, Benedito Facini, agrediu covardemente o proprietário e editor do Jornal da Cidade, Flávio Barcz. Na ocasião o profissional cobria uma ocorrência policial - assalto a uma farmácia - para seu veículo de comunicação e também para a rádio Ágape. Ao encerrar o levantamento do fato, Barcz foi abordado de forma truculenta, desrespeitado e agredido fisicamente pelo secretário de segurança pública da cidade. Veja aqui o vídeo da agressão.

O Sindijor-PR considera a atitude cerceadora e o maior agravante é que parte de uma pessoa pública, que teoricamente elabora projetos que visam dar maior segurança ao município de Campo Largo. O desrespeito ao profissional se estende à sociedade, pois vem de uma pessoa que representa o poder público.

Barrado no clássico

Outro caso emblemático, que nos remete à ditadura, ocorreu com o radialista Osmar Antônio, profissional da crônica esportiva há mais de 20 anos. No último jogo entre Atlético e Coritiba (Atletiba da quarta feira de cinzas), ocorrido no estádio Durival de Britto e Silva, o profissional foi barrado pela atual diretoria do Rubro-Negro.

Durante o credenciamento da imprensa, o Atlético liberou diversos colegas da mesma emissora para cobrir o clássico. Osmar, no entanto, foi impedido de exercer sua função. A desculpa dada pela nova administração do Clube é que Osmar estaria sendo punido “por ter feito campanha aberta para a chapa derrotada nas eleições de dezembro último”.

Neste caso, o Sindijor-PR vê com estranheza a falta de valores democráticos por parte de um clube de massa como o Rubro-Negro. Se o profissional tinha ou não um lado na eleição, é uma questão irrelevante. A vida, após o pleito segue. E Osmar continua exercendo sua função de comunicador.

Liberdade de Imprensa

O Sindijor-PR não aceita qualquer tipo de desrespeito para com os profissionais da comunicação. Exige sempre da Justiça e Ministério Público o cumprimento do seu papel. Pessoas que usam imposições cerceadoras com o objetivo de amedrontar os trabalhadores da comunicação devem ser punidas pelos seus atos. Responder judicialmente por excessos e truculências.

segunda-feira, 27 de fevereiro de 2012

Morreram 106 jornalistas em 2011

A Associação Brasileira de Imprensa, na edição 374 do seu jornal (Jornal da ABI), trouxe o número de profissionais que morreram em 2011: 106. Em 2010 o registro era de 94. O estudo feito com mais de 600 mil jornalistas, em 131 países, avalia que a maioria desses profissionais trabalhava na cobertura de conflitos e guerras. Paquistão, Iraque e México lideram negativamente os registros, cada um com 11 mortes.

As revoltas – e a consequente repressão dos regimes – no norte da África e no Oriente Médio fizeram do mundo árabe a região mais perigosa para jornalistas em 2011. Quase metade das 64 mortes de profissionais no exercício de sua atividade aconteceu no Paquistão, no Iraque, na Líbia e no Iêmen, segunda a Associação Mundial de Jornais. Apenas no Paquistão, 10 jornalistas foram mortos, mantendo o país no topo dos lugares mais arriscados para repórteres. Pelo menos 16 perderam a vida durante a repressão às revoltas populares em Bahrein, Egito, Líbia, Síria, Tunísia e Iêmen.

Já na América, segundo estudo, 2011 foi um dos anos mais trágicos para a liberdade de imprensa. No México sete jornalistas morreram, cinco em Honduras, quatro no Brasil e três no Peru; Colômbia, República Dominicana, El Salvador, Guatemala e Paraguai registraram uma morte cada. (Fonte: ABI).

Franklin Martins aborda Marco Regulatório das Comunicações em Curitiba

O jornalista político e ex-ministro da Secretaria de Comunicação Social do governo Lula, Franklin Martins, estará em Curitiba na próxima segunda-feira, 5 de março, para participar de um encontro do PT Paraná sobre o Marco Regulatório para as Comunicações. Martins vai fazer uma palestra com o tema “Por que o Brasil precisa de um Marco Regulatório para as Comunicações?”. Saiba mais aqui.

Ciclo de Leituras Obras Completas 5ª Edição: Valêncio Xavier

O Ciclo Obras Completas é voltado à leitura de textos de escritores paranaenses, organizado no formato de Rodas de Leitura. Os interessados podem participar de um ou mais encontros, com possibilidade de certificação pela Fundação Cultural de Curitiba. Segue link.

sexta-feira, 24 de fevereiro de 2012

FENAJ e Sindicatos ampliam articulações pela aprovação da PEC dos Jornalistas

Um acordo de líderes partidários no Senado, no início de fevereiro, consagrou a perspectiva de votação da PEC dos Jornalistas em 2º turno após o Carnaval. Por isso é intensificado os contatos com os parlamentares nos dias 28 e 29 de fevereiro e reforçam o pedido à categoria para que encaminhe mensagens solicitando o apoio dos senadores de seus estados. Os Sindicatos de Jornalistas estão de sobreaviso para se deslocarem a Brasília a qualquer momento. O Relator da PEC 33/09, senador Inácio Arruda (PCdoB/CE), expôs a dirigentes da FENAJ que houve acordo de líderes para votação da matéria após o Carnaval. Mas não foi possível assegurar uma data, tendo em vista que o governo federal pode encaminhar três medidas provisórias no início da próxima semana ao Congresso Nacional. Se isso ocorrer, as MPs passarão a trancar a pauta de votações. Saiba mais aqui.