O Sindicato dos Jornalistas Profissionais do Paraná (Sindijor PR) e o Sindicato dos Jornalistas Profissionais do Norte do Paraná receberam, nesta terça-feira (01), o convite para reunião com o Sindejor (Sindicato das Empresas Proprietárias de Jornais e Revistas do Estado do Paraná). Mesmo não apresentando contraposta às reivindicações dos jornalistas, a reunião ficou marcada para o dia 10 de Novembro às 15 horas, no sede do sindicato patronal (Rua Mal. Deodoro, 857 – 13º andar, sala 1306). Na pauta: Negociação dos Jornalistas 2011/2012.
terça-feira, 1 de novembro de 2011
sexta-feira, 12 de agosto de 2011
Convenção Coletiva dos jornalistas depositada na SRTE
terça-feira, 2 de agosto de 2011
Sindijor entrega fraldas arrecadadas na campanha salarial





terça-feira, 12 de julho de 2011
Jornalistas paranaenses aceitam contraproposta patronal de reajuste de 5%


Sessão de assembleia | Favoráveis à proposta | Contrários à proposta |
Curitiba (segunda à noite) | 59 | 30 |
Foz do Iguaçu | 3 | 18 |
Cascavel | 7 | 11 |
Ponta Grossa | 9 | 0 |
Curitiba (terça ao meio-dia) | 32 | 16 |
TOTAL | 110 | 75 |
segunda-feira, 11 de julho de 2011
Por enquanto, jornalistas vão aceitando proposta patronal



Assembleia em Curitiba (fotos de Valquir Aureliano)
Os jornalistas paranaenses, reunidos em sessões de assembleia geral extraordinária na noite desta segunda-feira (11), aceitaram – por ora – a contraproposta patronal de reajuste salarial de 5% (inflação, mais 0,32% de aumento real). Ao todo, foram 78 votos a favor e 59 contra a proposta patronal.
Em Curitiba, foram 89 votantes, sendo 59 favoráveis e 30 contra. O placar em Foz do Iguaçu foi de 18 contra a proposta e três a favor. Em Cascavel, o “não” levou vantagem frente à proposta patronal (11 votos a 7). Já em Ponta Grossa todos os nove votantes aceitaram os 5%.
O resultado, porém, não é definitivo. Amanhã (terça, 12), uma nova sessão da assembleia permanente acontecerá na sede do Sindijor, em Curitiba, ao meio dia. É importante que todos os que puderem participar manifestem-se na assembleia. Na assembleia desta noite em Curitiba foi rejeitada a proposta de voto por procuração.
sexta-feira, 8 de julho de 2011
Venha, discuta, participe da assembleia da categoria no dia 11
- Curitiba - Sede do Sindijor (Rua José Loureiro, 211), Centro, às 20h em primeira convocação, e às 20h30 em segunda convocação;
- Ponta Grossa - Sindicato dos Empregados no Comércio (Rua General Carneiro, 750), às 19h30 em primeira convocação, e às 20h em segunda convocação;
- Cascavel - Fundação Iguaçu (Rua Fortunato Bebber, 1822), às 19h45 em primeira convocação, e às 20h15 em segunda convocação;
- Foz do Iguaçu - Sede do Sindijor (Rua Rui Barbosa, 1032, sala 50, Shopping Mercosul) às 19h30 em primeira convocação, e às 20h em segunda convocação;
quarta-feira, 6 de julho de 2011
Patrões oferecem 0,32% de aumento real para renovar a CCT
Parece que as mobilizações dos jornalistas paranaenses, nas redações e locais de trabalho da capital e interior, têm incomodado as empresas de comunicação. Depois da inércia durante nove meses de negociação, o Sindicato das Empresas de Jornais e Revistas do Paraná encaminhou ao Sindijor-PR uma proposta oferecendo ganho real de 0,32%. Isso comprova que a luta por 1% de aumento real da categoria vem surtindo efeito.
No documento, a entidade patronal propõe, além dos 0,32% de aumento, o pagamento da inflação de 4,68% (outubro de 2009 até setembro de 2010), a manutenção de todas as cláusulas da última Convenção Coletiva e a inclusão da licença-maternidade de 180 dias. Embora a Direção do Sindijor-PR aguarde a chegada da proposta do Sindicato das Empresas de Rádio e Televisão, que deve ter redação idêntica à proposta dos impressos, já é o momento de a categoria se manifestar.
Para isso, o Sindijor-PR convoca todos os trabalhadores para uma nova assembleia geral, que acontecerá na próxima segunda-feira, dia 11 de julho, na sede do Sindicato. A primeira convocação está marcada para as 20h. A partir das 20h30, a assembleia se inicia com qualquer quorum. Também serão realizadas na segunda-feira sessões nas cidades das regionais do sindicato – Foz do Iguaçu, Cascavel e Ponta Grossa. Em Cascavel, será na Fundação Iguaçu (Rua Fortunato Bebber, 1822) às 20h15 em segunda convocação; em Ponta Grossa, no Sindicato dos Empregados no Comércio (Rua General Carneiro, 750), às 20h em segunda convocação; para Foz, o local e o horário ainda não estão definidos.
Ao longo dessa semana, diretores do Sindijor e das subseções regionais vão passar pelas redações convocando todos. Será o momento de a categoria se manifestar a respeito da proposta patronal e definir os rumos da negociação pela renovação da CCT 2010/2011.
sexta-feira, 1 de julho de 2011
terça-feira, 28 de junho de 2011
Jornalistas mobilizados para um dia de preto e roxo nos nove meses sem convenção

terça-feira, 14 de junho de 2011
Chega do mesmo, queremos aumento real!
A assembleia de ontem (13), em quatro cidades da base do Sindijor, rejeitou, por esmagadora maioria, a proposta patronal de fechamento da Convenção Coletiva de Trabalho com mero repasse da inflação (4,68%, retroativo a outubro de 2010). Cansados das negativas, os jornalistas presentes às sessões realizadas em Curitiba, Ponta Grossa, Cascavel e Foz do Iguaçu deram um basta à monotonia de dizer sempre sim à pressão patronal e insistiram em forçar os patrões a ceder um reajuste com aumento real.
Nada de ganho real é uma humilhação que a categoria não aceita mais. Enquanto o piso perde valor, as tabelas de publicidade são majoradas ano a ano, o preço de capa dos jornais teve aumento de no mínimo 100%, a audiência é superior em todos os segmentos dos meios eletrônicos, os jornalistas acumulam funções e responsabilidade, seu poder de compra vem sendo corroído pela inflação e pelo estrondoso arrocho salarial imposto há 14 anos à categoria. Enquanto isso, aumento real é realidade para quase todos os trabalhadores.
Capitular, admitindo a perda de direitos conquistados nas últimas seis diretorias e mantidos mesmo com imensa pressão do baronato da mídia, é coisa inaceitável. É hora de dizer basta às indecorosas e absurdas propostas patronais. Os jornalistas já cederam muito além de sua capacidade de dialogar.
Exigimos aumento real
Jornalistas, unidos e conscientes do seu potencial, vão dizer um “basta” aos representantes patronais que mostram falta de caráter ao mentir na negociação e contestar informações verídicas, confirmadas pelo Projeto Inter-Meios, IVC, Rais e outros mecanismos de medição da atividade nesse setor da economia brasileira. Vamos à luta pelo aumento real. Exigimos respeito! Aumento real já!
Ações
Agora é hora de mobilizar. E no dia 1.º de julho, quando completaremos nove meses de intransigência dos patrões, vamos vestir roxo e preto, fazer paralisações nas redações e exigir respeito e mostrar amor próprio.
Além da volta do uso do preto e roxo e atos de protesto no cafezinho, está sendo preparado um ato de “anticomemoração” pelos nove meses de atraso na “gestação” da Convenção Coletiva, com a arrecadação de fraldas, para que sejam repassadas a uma instituição de atendimento a crianças carentes.
quinta-feira, 3 de março de 2011
Outdoor de campanha em Castro
quinta-feira, 24 de fevereiro de 2011
Empresas procuram Sindijor interessadas no fechamento da convenção
O que não é revelado na mesa de negociações? (Foto: André Rodrigues)
Há coisas que não saem no jornal. Os 14 anos sem aumento real para os jornalistas estão entre elas. Outras não aparecem na mesa de negociação, quando patrões e jornalistas estão discutindo a Convenção Coletiva de Trabalho. Entre estes “segredos” está a existência de empresas que querem, sim, conceder aumento real a seus trabalhadores jornalistas ou desejam rapidez nas negociações.
É o que revelam as diversas ligações de empresas ao Sindijor questionando sobre se “já fechou a convenção”. São departamentos de recursos humanos e mesmo dirigentes de empresas ansiosos pela conclusão do acordo que se arrasta com um atraso de quase cinco meses.
Em pelo menos um caso, a empresa se dispôs a pagar 4% de aumento real já para seus jornalistas, em troca do fechamento da convenção. Contudo, os sindicatos patronais, conforme reafirmando na mesa-redonda desta semana, não querem dar um centavo a mais além da reposição da inflação, aprofundando o arrocho de 14 anos.
Por outro lado, no ambiente das empresas, aumenta a preocupação com o pagamento do reajuste retroativo (acumulado até outubro e incluindo 13º salário e eventualmente férias) e a necessidade de rescisões complementares, para pagar a diferença salarial aos jornalistas dispensados desde nossa data-base (1º de outubro).
A pressa das empresas que procuram o Sindijor contrasta com a frieza dos patrões, que, em mesa, não demonstram interesse em chegar a avanços e vão empurrando com a barriga a CCT há meses. Quando contactado, o Sindijor orienta estas empresas “ansiosas” a cobrar satisfações de seus representantes – os sindicatos patronais de rádio e TV e o de jornais e revistas. A nossa mensagem já foi dada a eles: é pelo fim do arrocho salarial de 14 anos e pelo aumento real.
A dureza do negociador do sindicato patronal na mesa-redonda, sem procuração para fazer qualquer concessão aos trabalhadores, espelha um consenso ou o esconde o triunfo de um grupo intransigente dentro da organização das empresas? Algo é certo: pelos lucros das empresas nos últimos anos, há margem, sim, para o aumento real já.
quarta-feira, 23 de fevereiro de 2011
Sindijor em Foz panfleta denunciando 14 anos sem aumento real (fotos Marcos Labanca)
(Do blog http://sindijorfoz.blogspot.com) A Subseção de Foz do Iguaçu e Região do Sindijor realizou na terça-feira (22) mais uma ação na campanha salarial. Durante uma hora, foram entregues à sociedade cerca de mil panfletos relatando a luta da categoria em busca de aumento real — o que não ocorre há 14 anos no estado. A panfletagem foi realizada ao meio-dia, nas esquinas da Avenida Paraná e República Argentina, um dos pontos mais movimentados da cidade. O trabalho deve prosseguir nos próximos dias, com a entrega do material nas redações e em outras áreas centrais.


terça-feira, 22 de fevereiro de 2011
Intransigentes, patrões negam aumento real e insistem em infligir perdas aos jornalistas (fotos de André Rodrigues, Thays Poletto e Franklin Freitas)
segunda-feira, 21 de fevereiro de 2011
Nesta terça-feira, venha exigir aumento real na manifestação da SRTE

Remuneração decente, não ao arrocho, aumento real já! Estas serão as mensagens que nós, jornalistas, traremos amanhã (dia 22) para a frente da Superintendência Regional do Trabalho e Emprego (SRTE, Rua José Loureiro, 574, Centro de Curitiba), antecedendo a mesa-redonda na qual trabalhadores e os patrões vão definir os rumos da Convenção Coletiva de Trabalho, entravada e com quatro meses de trabalho por conta da intransigência patronal. Garantida a reposição da inflação, que elevaria o piso salarial para R$ 2.145,00, os jornalistas querem – e sabem que é possível – um aumento maior e por isso apresentam uma proposta de aumento real de 5,58%, que os patrões vêm ignorando. A Semana de Mobilização preparada pelo Sindijor – que contou com ações de panfletagem na Boca Maldita no sábado e no Largo da Ordem ontem – teve como objetivo sensibilizar jornalistas e a sociedade sobre o descompasso entre os lucros dos veículos de comunicação e a absurda sonegação, pelos veículos do Paraná, de uma remuneração digna a seus trabalhadores.
Parlamentos - Hoje (21), o presidente do Sindijor, Márcio Rodrigues, ocupou a tribuna da Câmara Municipal de Curitiba para mostrar a dura situação por que passam os jornalistas do Estado, há 14 anos sem aumento real. Rodrigues também esteve na Assembleia Legislativa, onde também faria um pronunciamento, que acabou não ocorrendo. O ofício do Sindijor requerendo a abertura de espaço, contudo, foi lido pelo presidente da Assembleia Legislativa, deputado Valdir Rossoni, e vai integrar os anais da Casa.














