Mostrando postagens com marcador Convenção Coletiva. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Convenção Coletiva. Mostrar todas as postagens

quarta-feira, 18 de abril de 2012

SINDICATO DOS JORNALISTAS PROFISSIONAIS DO PARANÁ ASSEMBLEIA EXTRAORDINÁRIA

Pelo presente edital, ficam convocados todos os jornalistas da RPC-TV para se reunirem, de acordo com as disposições estatutárias, em Assembleia Geral Extraordinária a ser realizada dia 19 de abril de 2012, às 19h, em primeira convocação, ou às 19h30 em segunda convocação, na sede deste sindicato, na Rua José Loureiro, 211, em Curitiba, com a seguinte ordem do dia:

1 – analisar a proposta de renovação dos acordos de extensão de jornada e banco de horas.

Curitiba, 10 de abril de 2012

Márcio de O. Rodrigues

Presidente

terça-feira, 13 de março de 2012

JORNALISTA: LEIA A CONVENÇÃO COLETIVA DE TRABALHO 2011/2012

O salário normativo (piso salarial) dos jornalistas profissionais, para uma jornada de cinco horas diárias, em quaisquer das funções descritas no Artigo II do Decreto n.º 83.284/79, a partir de 1º de outubro de 2011 não poderá ser inferior a R$ 2.323,68 (dois mil, trezentos e vinte e três reais e sessenta e oito centavos). Segue o link.

sexta-feira, 12 de agosto de 2011

Convenção Coletiva dos jornalistas depositada na SRTE

A Convenção Coletiva de Trabalho dos jornalistas, com data retroativa a 1º de outubro de 2010, está assinada e depositada na Superintendência Regional do Trabalho e Emprego (SRTE), em Curitiba. Nela está determinado o reajuste salarial de 5% (inflação de 4,68% mais aumento real de 0,32%), que eleva o piso da categoria a R$ 2.151,56, desde 1º de outubro de 2010. Mantém-se o anuênio de 1% e os adicionais para cargos de chefia. Editores e pauteiros, com adicional de 30%, têm de receber pelo menos R$ 2.797,03; já os editores-chefes e chefes de setor e reportagem têm remuneração mínima de R$ 3.227,34, em razão do adicional de 50% (tabela de freelas aqui). Também está firmada, na cláusula 29ª, a obrigação das empresas aderirem ao Programa Empresa Cidadã, para garantir a licença maternidade de 180 dias. Jornalistas que se desligaram (foram demitidos ou pediram desligamento) desde 1º de outubro de 2010 e que não tiveram o reajuste considerado em suas verbas rescisórias precisam fazer um termo complementar de rescisão. Para isso têm de procurar as empresas para que programem um horário no Sindijor ou na sede do Ministério do Trabalho e Emprego para fazer a rescisão complementar e paguem a diferença. Também está previsto o débito em folha da reversão salarial, um desconto de 4% no salário dos jornalistas, dividido em duas parcelas de 2% (nos salários de julho e agosto), em favor do Sindijor. A reversão salarial é uma das maiores fontes de renda do Sindijor e serve para custear as despesas de campanha. Em que pese a importância deste recurso para a entidade, há a possibilidade de os jornalistas se eximirem do desconto: quem não desejar colaborar com o Sindicato tem o direito de se opor ao desconto até o dia 20 de agosto, por meio de carta dirigida ao Sindijor. Veja a convenção coletiva aqui.

segunda-feira, 1 de fevereiro de 2010

Convenção disponível no site do Sindijor. Denuncie se você não receber atrasados

Está disponível no site do Sindijor, a Convenção Coletiva de Trabalho 2009/2010, com efeitos retroativos a 1º de outubro de 2009, que já está homologada pelo Ministério do Trabalho e Emprego. Ela determina que todos os jornalistas do Estado recebam juntamente com o salário de janeiro (a ser pago até sexta-feira, dia 5), já reajustado, as diferenças salariais referentes aos meses de outubro, novembro, dezembro de 2009, bem como sobre o 13º salário. Assim, para saber quanto você receberá de diferenças, tome seu salário-base mais o anuênio e eventual comissionamento (editoria, pauta, chefia etc.) e aplique o índice de 4,45%; a diferença então é multiplicada por quatro (referente a cada um dos meses mais o décimo terceiro). Empresas que descumprirem o ajustado no nosso instrumento normativo devem ser denunciadas ao Sindijor, que tomará, inclusive, medidas judiciais para garantir os direitos dos profissionais.

quarta-feira, 23 de dezembro de 2009

terça-feira, 24 de novembro de 2009

Em legítima defesa!


Eles querem acabar com o seu diploma: venha resistir na Assembleia da categoria

Quase dois meses depois de nossa data-base, os patrões insistem em propor perdas aos jornalistas na nossa Convenção Coletiva. Eles querem surrupiar o diploma, que consta da convenção como requisito para a contratação de pessoal nas TVs, rádios, jornais e revistas do Estado, o que vem desde antes da decisão do STF. Venha mostrar que estamos unidos pela formação superior específica participando da Assembleia Extraordinária, que acontece nesta quinta-feira, a partir das 13h, na sede do Sindijor. Temos de fazer a defesa da nossa profissão contra mais este assédio patronal.

sexta-feira, 20 de novembro de 2009

quinta-feira, 19 de novembro de 2009

Patrões dizem não, de novo! - Assembléias vão definir posição da categoria

Por uma questão política, os empresários de comunicação do Paraná insistem em retirar a exigência do diploma da Convenção Coletiva de Trabalho dos jornalistas. Foi o que revelou o representante dos dois sindicatos patronais, o advogado Roberto Santiago, durante a quarta rodada de negociações, que aconteceu na terça-feira, na sede do Sindijor. Os jornalistas que participaram do protesto contra o ministro Gilmar Mendes e acompanharam a reunião que ocorreu logo em seguida acabaram frustrados pela intransigência dos patrões. A posição dos donos dos veículos paranaenses explicita o que eles realmente desejam com a queda do diploma: desregulamentação da profissão e precarização das relações trabalhistas. Além disso, a posição dos empresários na mesa de negociação é bem diferente do que a postura que adotaram publicamente. Paulo Pimentel, proprietário do jornal o Estado do Paraná, ao assumir a presidência do Sindejor, declarou que só contrataria jornalista diplomado para trabalhar em sua empresa. E logo depois da decisão do STF, o jornal estampou um editorial que defendia a formação específica para o exercício da profissão. Já o presidente do Serti, o engenheiro e pai de uma jornalista, Roberto Lange, também já tinha manifestado posição favorável ao diploma na negociação de 2008. O que fez os patrões mudarem de lado? Seria a pressão do maior grupo de comunicação do estado, a RPC, que já demonstrou total desrespeito a categoria ao abrir seu “cursinho” Talento Jornalismo a não-diplomados na área? O Sindijor convoca seus associados para dizer “não” à proposta patronal na assembléia que convocará para a semana que vem. Queremos fazer valer não só o respeito à profissão, mas também legitimar o desejo da sociedade que em pesquisa realizada em 2008, pelo Instituto Sensus, demonstrou sua preferência pela obrigatoriedade da graduação para o exercício da profissão de jornalista. O resultado de tal pesquisa* apontou que 74,3% dos brasileiros são favoráveis ao Diploma.
* A pesquisa foi realizada de 15 a 19 de setembro, com dois mil questionários aplicados em cinco regiões brasileiras e 24 estados, com sorteio aleatório de 136 municípios pelo método da Probabilidade Proporcional ao Tamanho – PPT. A margem de erro é de mais ou menos 3%.

terça-feira, 10 de novembro de 2009

Trabalhadores param por aquilo que revolta também os jornalistas: descumprimento de CCT

Em São Paulo, trabalhadores da empresa de transporte urbano Sambaíba, responsável por 143 linhas de ônibus na região norte da capital paulista, realizaram na última quinta-feira uma paralisação por algumas horas. A razão: a empresa não quer cumprir cláusulas da Convenção Coletiva de Trabalho sobre vale-refeição e adiantamento salarial para acidentados no trabalho. Em Curitiba, trabalhadores da Companhia de Informática do Paraná (Celepar) prosseguem em greve desde quarta-feira passada, indignados com os constantes desrespeitos ao Acordo Coletivo de Trabalho fechado em junho. Entre os abusos aos direitos dos trabalhadores, estão violações aos auxílios creche e educação, além da implantação unilateral de um banco de horas pela empresa, cuja interpretação é sempre conveniente ao empregador. Os jornalistas têm sua convenção coletiva de trabalho desrespeita da dia a dia: salários abaixo do piso convencional, horas extras habituais e sem o devido adicional de 100% sobre a hora normal, ambientes insalubres para o trabalho (calor, falta de aeração, iluminação ruim) e móveis totalmente fora de qualquer padrão de ergonomia, causando com frequência doenças ocupacionais; nossa pauta para a nova CCT é desconsiderada, com uma contraproposta de perdas. Não será o momento de nos espelharmos nos companheiros de outras categorias que, país afora, dão uma resposta de consciência e mobilização aos patrões que só propõem supressão de direitos e desrespeito? Pense a respeito, mas desde logo se sinta convocado a participar da próxima sessão de discussão com os patrões sobre a CCT, que acontecerá no dia 17, às 14h, na sede do Sindijor-PR (rua José Loureiro, 211). Nenhum direito a menos!

quinta-feira, 5 de novembro de 2009

Jornalista, vamos reafirmar diante dos patrões a defesa do diploma

Foto: Leandro Taques
Os patrões, na mesa-redonda de terça-feira, na SRTE, voltaram a insistir na supressão da cláusula na nossa Convenção Coletiva que garante a exigência do diploma na contratação de profissionais pelos jornais, revistas, rádios e TVs do do Estado. Diante desse ataque à formação específica em Jornalismo e do desrespeito à pauta de reivindicações — protocolada em 24 de agosto e que segue sem resposta efetiva —, mais do que nunca é hora de mostrarmos a indignação da categoria. Portanto, todos os jornalistas estão convidados a participar da próxima reunião de negociação, que está marcada para o dia 17 de novembro, às 14h, na sede do Sindijor-PR (rua José Loureiro, 211). Nenhum direito a menos!

quarta-feira, 28 de outubro de 2009

Jornalistas e patrões voltam a se encontrar na próxima terça-feira

O Sindijor-PR e o Sindicato dos Jornalistas de Londrina voltam a se reunir com os patrões na próxima terça-feira, a partir das 10h, na Superintendência Regional do Trabalho e Emprego, em Curitiba, para mais uma rodada da negociação da Convenção Coletiva de Trabalho. No último encontro, a mesa-redonda da quinta-feira passada, os representantes patronais ficaram de avaliar a possibilidade de manutenção da Convenção Coletiva de Trabalho, com o repasse da inflação dos últimos 12 meses, medida pelo INPC/IBGE (4,54%), com o compromisso de discussão das demais reivindicações, para uma negociação permanente. A mobilização da categoria deve continuar e ser ampliada, para que não haja perdas de direitos e para que alcancemos novas conquistas. Nenhum direito a menos!

quinta-feira, 15 de outubro de 2009

Em mesa-redonda, patrões continuam a propor perdas

Os patrões insistiram nesta quarta-feira, na mesa-redonda com os jornalistas na SRTE, na sua tese absurda de supressão dos direitos dos trabalhadores; mesmo assim, conseguimos manter a nossa data-base em 1º de outubro. A negociação foi chamada pelo Sindijor-PR e Sindicato dos Jornalistas de Londrina para pôr em andamento a negociação da Convenção Coletiva de Trabalho, que estava emperrada pela inércia patronal. Na semana passada, eles entregaram aos jornalistas uma proposta que incluía redução e congelamento do piso, aumento da jornada e implantação de banco de horas, além do fim da cláusula que prevê a contratação exclusivamente de profissionais com formação em Jornalismo. Uma nova mesa-redonda ficou marcada para 22 de outubro, quando se espera que os patrões tragam propostas minimamente factíveis para o andamento da negociação.

sexta-feira, 2 de outubro de 2009

Sem negociação, data-base é marcada por pedido de mesa-redonda na SRTE

Diante do silêncio dos patrões, que se negaram até o momento a esboçar qualquer proposta de negociação da nossa Convenção Coletiva de Trabalho, o Sindijor e o Sindicato dos Jornalistas de Londrina protocolaram no dia 1º de outubro, nossa data-base, um pedido de mesa-redonda na Superintendência Regional do Trabalho e Emprego (SRTE), para que os patrões venham discutir sob supervisão do poder público as propostas formuladas pelos jornalistas. Obviamente não é o tipo de negociação que nós, jornalistas, queremos, mas não é nenhuma novidade na negociação das nossas convenções. Apresentamos em agosto a proposta, que inclui reposição da inflação, aumento real de 5,5% e vale-alimentação de R$ 15,00.