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segunda-feira, 5 de dezembro de 2011

Sindijor repudia ameaça a profissional da CGN

O Sindicato dos Jornalistas Profissionais do Paraná (Sindijor-PR) repudia as ameaças ao repórter cinematográfico Allan Machado, da CGN (Central Gazeta de Notícias) e presta solidariedade ao profissional que foi impedido de registrar imagens de uma ocorrência ocorrida na madrugada do sábado (03) na cidade de Cascavel.


O repórter acompanhava o socorro há três vítimas que estavam sendo atendidas pelo Siate após uma briga em uma festa de formatura que estava sendo realizada no centro de eventos Verde Valle, no bairro Nova Iorque. Mesmo estando em via pública, o profissional foi proibido de fazer as imagens por um grupo de pessoas, especialmente uma mulher que dizia ser uma das organizadoras do evento. A mesma pessoa ainda teve uma atitude preconceituosa ao afirmar “não teria culpa por ‘brigas de favela’ ocorridas do lado de fora do estabelecimento”.

Além de lastimar por essa tentativa de cerceamento da liberdade de imprensa, o Sindijor cobra das empresas mais seguranças aos seus profissionais. Vale lembrar que entre os itens do conjunto de reivindicações da Campanha Salarial 201/2012 - entregue aos sindicatos patronais no dia 23 de setembro - está contida uma pauta específica sobre segurança dos trabalhadores.

O item solicita que “todos os jornalistas que se deslocarem a campo para apurar informações, com o intuito de cobrir conflitos ou tragédias que coloquem em risco a sua integridade física, deverão receber das empresas o suporte e equipamentos que lhes garanta a protetividade, entre eles um colete”.


Segue o link da matéria em que o repórter cinematográfico é ameaçado.

sexta-feira, 21 de outubro de 2011

Relatório anual da FENAJ - Violência e Liberdade de Imprensa no Brasil

A publicação anual da Federação Nacional dos Jornalistas elaborado pela Comissão Nacional de Direitos Humanos e Liberdade de Imprensa foi lançada no mês de outubro no XVIII Encontro Nacional de Jornalistas em Assessoria de Comunicação (ENJAC) em Natal (RN). O relatório mostra o panorama vivido pelos jornalistas em todo território nacional. Na publicação “Violência e Liberdade de Imprensa no Brasil” podemos ver diversas atrocidades sofridas por jornalistas de norte a sul do país. No texto são citados casos como o da Folha de São Paulo, que publicou um artigo em que desqualifica seus próprios profissionais; a principal derrota histórica da classe, quando o Supremo Tribunal Federal extinguiu a obrigatoriedade do diploma para o exercício da profissão de jornalista e, principalmente, a insegurança pelo qual os profissionais passam no dia a dia da profissão.

Alguns relatos chamam atenção

3 de maio de 2010 (São Paulo). A equipe da TV Record ficou mais de duas horas detida na 22ª DP – São Miguel Paulista. Os profissionais tentaram ouvir um policial sobre o uso indevido de veículo apreendido no pátio de uma delegacia, porém o delegado José Carlos Viegas prendeu o auxiliar de cinegrafia – Hebert Motta.

20 de maio de 2010. Gilvan Luiz Pereira (Juazeiro do Norte - Ceará), fundador do jornal Sem Nome, foi sequestrado e torturado por homens encapuzados. Cerca de 20 minutos depois a polícia interceptou o carro. O jornalista ficou cinco dias internado em um hospital de Juazeiro do Norte. Segundo Pereira o que motivou o crime foi uma denúncia sobre a esposa de um vereador da cidade que recebia Bolsa Família sem ter o perfil para isso.

18 de outubro de 2010. Francisco Gomes de Medeiros (Caiacó – Rio Grande do Norte). Jornalista assassinado na calçada de casa. De acordo com investigações duas pessoas chegaram numa moto e abriram foto. F. Gomes (como era conhecido) noticiava crimes no seu blog (www.fgomes.com.br). Foi correspondente dos jornais Diário de Natal e Tribuna do Norte. Pouco tempo antes de sua morte denunciou suspeita de troca de votos por ‘crack’, no primeiro turno das eleições em Caiacó.

Link do Relatório aqui.

quinta-feira, 19 de novembro de 2009

Jornalistas da TV Independência, candidatem-se à Cipa

A TV Independência deu início ao processo eleitoral para Comissão Interna de Prevenção de Acidentes (Cipa). O Sindijor convida os profissionais da redação a participar do pleito, de maneira que pelo menos dois jornalistas integrem a comissão, que tem papel decisivo na preservação da saúde e da integridade física dos trabalhadores. A participação na Cipa, além da participação direta na gestão das políticas de prevenção na empresa, garante estabilidade ao trabalhador que a integra pela escolha dos empregados (há membros também indicados pela empresa). As inscrições para a eleição vão de 20 de novembro de 4 de dezembro. As eleições serão realizadas no dia 14 de dezembro, das 9h às 17h. Os membros da Cipa passarão por treinamento, antes de assumirem os postos no dia 16 de janeiro.