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sexta-feira, 21 de outubro de 2011

Sem prazo, Ministério negocia regulamentação da mídia

Pela primeira o Ministro das Comunicações, Paulo Bernardo, reuniu-se com Fórum Nacional pela Democratização da Comunicação. O FNDC entregou propostas e aguarda nova reunião este ano. Conclusão do projeto segue sem data. Dois meses após ir à Câmara, lei da internet também está parada. A reunião foi considerada positiva pela entidade, “esta foi à primeira reunião propositiva que realizamos com este governo. O ministro recebeu positivamente nossas propostas, prometendo incorporá-las, se não integralmente, pelo menos em parte ao projeto”, afirmou coordenador do FNDC, Celso Schröder.

As sugestões levadas pelo FNDC ao ministério integram documento básico com as posições das entidades que começou a ser construído na I Conferência Nacional de Comunicação (Confecom), em dezembro de 2009. O texto foi discutido depois em seminário em São Paulo e, por fim, colocado em consulta pública encerrada dia 7 de outubro. Fonte: http://www.fndc.org.br.

terça-feira, 18 de outubro de 2011

Guaratuba: ontem ditadura (17), hoje democratização (18) e amanhã...

O Sindicato dos Jornalistas Profissionais do Paraná (Sindijor-PR) vem a público externar solidariedade a Gustavo Aquino, do sítio informativo Correio do Litoral (http://correiodolitoral.com) que na tarde de segunda-feira (17), ao tentar levantar dados a respeito de uma votação que ocorria na Câmara de Vereadores de Guaratuba, no Litoral do Paraná, foi agredido verbalmente e agarrado pelo presidente da Casa Legislativa, Paulo Éder de Araújo (PSC).


Vale lembrar que hoje (18) se comemora o Dia Nacional pela Democratização da Comunicação e este fato ilustra esta ‘democracia’ pela qual passam os seus trabalhadores da comunicação. O caso de demonstração gratuita de autoritarismo ocorreu quando Aquino teve sua liberdade de trabalho cerceada por Araújo apenas por questionar o teor do parecer de autoria do próprio presidente da Casa.



Essa demonstração de abuso de poder e falta de transparência por parte de um agente público mostra o quanto precisamos ‘lutar’ por liberdade de expressão. O Sindijor-PR repudia o ato covarde do presidente da Câmara de Vereadores de Guaratuba e defende respeito aos membros dos veículos de informação, além de considerar a violência praticada por uma pessoa que devia dar exemplo, algo inadmissível.



O dia de hoje, que simbolicamente deveria ser de reconhecimento de um direito humano fundamental (a Liberdade de Expressão) talvez sirva apenas para reafirmar que temos muito o que conquistar para alcançar esse direito.



Leia a matéria na íntegra aqui

quarta-feira, 28 de setembro de 2011

Participe da construção de um novo marco regulatório para as comunicações brasileiras!

A Constituição brasileira estabelece os princípios e regras mínimas que devem ser respeitadas pelos meios de comunicação de massa, ou seja, o rádio e a TV, que são concessões públicas. Por exemplo: não pode haver monopólio na mídia; as emissoras devem veicular programação regional e independente; a prioridade deve ser para conteúdos informativos e culturais; o país deve ter um forte sistema público de comunicação; o direito de resposta deve ser garantido; é vedada qualquer censura de natureza política e ideológica; etc.

O problema é que até hoje a Constituição não é cumprida porque depende de leis específicas para isso. Ao mesmo tempo, as poucas leis que existem não são respeitadas ou estão ultrapassadas. Para se ter uma idéia, o Código Brasileiro de Telecomunicações é da década de 60, quando ainda assistíamos TV em preto e branco e internet era algo desconhecido.

Já passou da hora de mudarmos essa realidade e construirmos uma comunicação de fato democrática no Brasil, que garanta pluralidade, diversidade e liberdade de expressão para todos - não só para os donos da mídia. Em 2009, milhares de cidadãos e cidadãs brasileiras participaram da I Conferência Nacional de Comunicação (Confecom), que teve como uma de suas principais resoluções a afirmação da necessidade de um novo marco regulatório para as comunicações no nosso país.

De lá pra cá, considerando os debates da Confecom, movimentos populares e organizações da sociedade civil aumentaram a mobilização em prol de uma nova lei geral para o setor. Ao mesmo tempo, o governo federal elaborou um projeto, que ainda não foi tornado público, mas vem sendo discutido no Ministério das Comunicações.

Para incentivar que o conjunto da população participe deste debate, dizendo que mídia quer para o Brasil, diversas organizações que historicamente lutam pela democratização da comunicação lançaram uma consulta pública na internet. A idéia - partindo de uma proposta inicial, com princípios, objetivos e 20 diretrizes - é construir um conjunto de propostas da sociedade civil para a legislação de comunicação, ou seja, uma plataforma da sociedade civil para o novo marco regulatório, que depois será apresentada ao poder público.

A consulta pública fica aberta até 7 de outubro e qualquer pessoa pode dar suas contribuições. Um documento final será consolidado para lançamento no Dia Mundial da Democratização da Mídia, 18 de outubro.

Convidamos todos e todas então a participar deste processo! Sua opinião é fundamental para que a diversidade brasileira - regional, étnico-racial, de gênero, orientação sexual, classe etc - também esteja presente nesta plataforma da sociedade civil. Entre no site www.comunicacaodemocratica.org.br e contribua com a consulta pública por um novo marco regulatório das comunicações. Vamos juntos construir uma mídia plural e verdadeiramente democrática!

Fonte: www.comunicacaodemocratica.org.br

quarta-feira, 4 de maio de 2011

Governo vai mudar procedimento para novas outorgas de rádio e TV

Jacson Segundo - Observatório do Direito à Comunicação

03.05.2011

Em face às constantes comprovações de que muitos concessionários de rádio e TV utilizam o nome de terceiros como dirigentes de suas empresas para burlar a lei, o Ministério das Comunicações (Minicom) afirmou que irá adotar novos procedimentos para evitar que a prática continue a ocorrer no país. Elas servirão, segundo o Ministério, para comprovar a capacidade financeira dos grupos que concorrem nas licitações pelos canais. Enquanto isso, todos os pedidos de novas concessões estão suspensas no Executivo e no Legislativo.

Duas novas medidas são referentes à caução que as empresas pagam para participarem de uma licitação. Primeiro, o Minicom afirma que vai aumentar essa garantia de 0,5% para 20% do valor do contrato. Além disso, o governo também vai revisar o Decreto nº 52.795, de 1963, para fazer com que as empresas antecipem as cauções. Metade do valor será pago no ato da outorga e a outra parte no ato das assinaturas, após aprovação do Congresso. Atualmente a segunda parcela só é depositada um ano depois da assinatura dos contratos.

Outra cobrança que o Ministério garante que vai fazer é exigir a apresentação por parte do interessado no canal de pareceres de dois auditores atestando que a empresa tem condições de pagar a outorga e montar a estrutura de operação da emissora. Existem, atualmente, 800 processos de licitação suspensos no Minicom

Essas novas exigências do governo foram impulsionadas por material feito pela jornalista Elvira Lobato publicado na Folha de S.Paulo, em 27 de março deste ano, demonstrando que pessoas sem condições financeiras, como donas de casa e cabeleireira, emprestavam seus nomes para empresas que dirigiam as emissoras de fato. O valor de concessões de rádio e TV passa dos milhões de reais em muitos casos.

Grupos utilizam “laranjas” para escamotear os reais proprietários de um canal porque vários já possuem outros meios de comunicação, evitando assim a constatação que contribuem para o oligopólio no setor. Outros utilizam desse recurso para ocultar as movimentações financeiras, como a venda irregular da concessão. É comum políticos e igrejas por trás desse tipo de fraude.

A denúncia da Folha de S.Paulo não é nova e esse tipo de operação é tão comum que é possível encontrar sites especializados nesse comércio. Apesar de permitir o lucro de entes privados a partir de um bem público, a lei permite que emissoras sejam vendidas após cinco anos de funcionamento.

No entanto, o Decreto 52.795/63, em seu artigo 90, afirma que nenhuma transferência pode ser feita sem prévia autorização do Governo Federal sendo nula, de pleno direito, qualquer transferência efetivada sem observância desse requisito . Na prática, o que ocorre é que as empresas que cometem esse tipo de ilegalidade vendem suas emissoras por contratos de gaveta entre as partes, sem o conhecimento do Minicom.

Fiscalização

Os novos procedimentos anunciados pelo governo para concessão das outorgas só valem para os novos pedidos. Mas pouco terão efeito se a falta de fiscalização no setor continuar possibilitando essas e outras irregularidades dos concessionários. Esse é um dos maiores nós do setor no país.

Tanto que só agora, depois de 13 anos em que são outorgadas concessões por licitação no Brasil, é que o Minicom entrou em acordo com a Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel) sobre o papel de cada órgão no que diz respeito à fiscalização das emissoras. “Isso para mim é crítico”, diz o professor de comunicação aposentado da UnB, Venício A. de Lima.

O que o Ministério das Comunicações tem defendido é que não cabe a ele encontrar casos de fraudes nas composições societárias das emissoras. “Nada podemos fazer a não ser encaminhar ao Ministério Público Federal para investigar. Uma vez comprovada a fraude, podemos atuar”, disse em audiência pública no Senado, em 27 de abril, o secretário de Serviços de Comunicação Eletrônica do Minicom, Genildo Lins de Albuquerque Neto. “Queremos que em quatro anos todas as rádios e televisões do país passem por uma fiscalização”, emendou.

O subprocurador-geral da República, Antônio Carlos Fonseca, afirmou, na mesma audiência pública, que o Ministério Público Federal (MPF) está investigando as denúncias feitas pela Folha de S.Paulo. Ele aproveitou para criticar a atuação do governo na fiscalização da radiodifusão. “Primeiro é um problema de uma legislação ineficiente e depois um problema de gestão. A sociedade está no pior dos mundos”, criticou o representante do MPF.

O professor Venício Lima avalia que as novidades que o Minicom anunciou são importantes, mas ainda são tímidas em relação ao tamanho das mudanças necessárias para o setor. Ele chama atenção, por exemplo, que atualmente uma concessão de radiodifusão é concedida àquele grupo que apresenta a maior proposta financeira. Pouco se leva em conta o uso que o interessado prentede fazer do canal. Além disso, as poucas exigências de conteúdo acordadas nos contratos não são fiscalizadas pelo Executivo e o Legislativo.

O Ministério também estuda consultar os dados da empresa participante de uma licitação de rádio e TV junto à Receita Federal antes de conceder a outorga. “Isso é óbvio. Nosso imposto de renda tem esses cruzamentos. Como isso ainda não tinha ocorrido?”, questiona o professor. “A impressão que tenho é que a equipe do Minicom está trocando o pneu com o carro andando. Não conhecem bem a legislação”, arremata.

Marco legal

Várias medidas que a nova gestão do Minicom vem implantando são mudanças de procedimentos internos e, na maioria dos casos, não necessitam de alterações legais. As mudanças mais significativas para o setor de radiodifusão, no entanto, estão sendo esperadas na proposta de revisão do marco regulatório, que o ministro Paulo Bernardo afirmou colocar em consulta pública e enviar para o Congresso no segundo semestre deste ano.

Enquanto isso não ocorre, deputados e senadores vem se movimentando para sugerir algumas mudanças nos critérios de concessão e renovação de outorgas. Após as denúncias da presença dos “laranjas” nos canais, as comissões que aprovam as outorgas nas duas casas suspenderam o trâmite dos processos.

Um grupo de senadores deve apresentar nesta quarta-feira (4) algumas dessas propostas. O senador Walter Pinheiro (PT-BA) adiantou que pretende apresentar uma Proposta de Emenda à Constituição que diminua o quórum exigido para a negação de um pedido de renovação de concessão para a maioria simples dos presentes em plenário. Hoje, o parágrafo 2º do Artigo 223 da Constituição diz que a não-renovação da concessão ou permissão dependerá de aprovação de, no mínimo, dois quintos do Congresso Nacional, em votação nominal.

Outra mudança que Walter Pinheiro pretende sugerir será para alterar o parágrafo 4º do Artigo 223, que garante que o cancelamento da concessão ou permissão, antes de vencido o prazo, só poderá ser feito mediante decisão judicial. O senador entende que o Congresso também tem o respaldo para tal ato e não apenas a Justiça. Além de Pinheiro compõem o grupo responsável por elaborar as propostas os senadores Aloysio Nunes (PSDB-SP) e Valdir Raupp (PMDB-RO).

Já a Comissão de Ciência e Tecnologia, Comunicação e Informática da Câmara (CCTCI) pretende já nesta quarta voltar a apreciar os pedidos de renovação de concessões que estavam paralisados desde abril. As novas outorgas de emissoras comerciais, porém, não serão votadas até que o Minicom publique nova portaria regulamentando o procedimento licitatório, conforme anunciado. Assim, cerca de 150 dos 197 processos de radiodifusão devem ser aprovados nesta quarta.

quinta-feira, 24 de março de 2011

Encontro Paranaense do Direito à Comunicação

Democratizar as comunicações é democratizar o Brasil. Vamos construir a mídia que queremos!

A Frente Paranaense pelo Direito à Comunicação e Liberdade de Expressão (Frentex-PR), a fim de fortalecer o movimento pelo direito à comunicação entre comunicadores, entidades e movimentos sociais, estudantes e a população do estado como um todo, realiza no próximo dia 2 de abril (sábado) o Encontro Paranaense do Direito à Comunicação.

O objetivo do evento é rearticular os atores envolvidos na pauta, analisar o cenário político nacional e estadual, fazer o planejamento das ações prioritárias para 2011 e discutir a unidade do movimento no Paraná, tendo em vista os grandes desafios da área no próximo período, como a construção do novo Marco Regulatório das Comunicações e a implementação das resoluções da 1ª Conferência Nacional de Comunicação (Confecom).

O encontro, aberto ao público, acontece a partir das 9h no auditório da APP Sindicato, em Curitiba, na Rua Voluntários da Pátria, 475, 14º andar, Edifício Asa. A programação será divulgada em breve. Mais informações pelos telefones (41) 9685-6422 (Douglas) ou (41) 9993-0488 (Rachel).

Contamos com sua presença! Mobilize suas redes e contatos! Participe e divulgue!

sexta-feira, 10 de setembro de 2010

Candidatos formalizam neste sábado adesão à “Plataforma do Direito à Comunicação”

Militantes em defesa da democracia na comunicação querem compromisso dos ocupantes de cargos públicos

Entidades que defendem a democratização da mídia receberão neste sábado (11/09) em Curitiba a adesão de candidatos nas eleições de 3 de outubro à sua “Plataforma do Direito à Comunicação”, com a qual os postulantes aos cargos no Executivo e Legislativo se comprometem a lutar pelas diretrizes aprovadas na 1ª Conferência Nacional de Comunicação (Confecom), realizada em dezembro passado em Brasília. A formalização do apoio à plataforma ocorrerá às 16h, no final da Plenária Estadual da Comissão Paranaense Pró-Conferência Nacional de Comunicação (CPC), que acontece desde a manhã deste sábado (9h), na sede do Sintracon Curitiba (Rua Mateus Leme, 324), no Centro Cívico.

A intenção das entidades é que, após a conquista da primeira Conferência Nacional de Comunicação e da aprovação de resoluções, a adesão dos candidatos se converta em um mecanismo de consolidação dos meios políticos para efetivação das propostas. Entre as iniciativas explicitadas pela plataforma estão a defesa da regulamentação dos artigos da Constituição que tratam da comunicação, o fomento à diversidade e à pluralidade na mídia e às mídias livres, independentes, alternativas, populares e comunitárias.

A plataforma – que tem adesão aberta a candidatos a todos os cargos em disputa em 3 de outubro – pretende ainda obter apoio para iniciativas que restrinjam a veiculação de publicidade dirigida a crianças e que combatam violações de direitos humanos praticadas pelos meios de comunicação. Segundo Aniela Almeida, diretora do Sindijor e da Ciranda e integrante da CPC, a realização da primeira conferência de comunicação representou uma enorme conquista. “Mas agora precisamos do comprometimento político para que as demandas históricas dos movimentos sociais sejam implementadas”, disse.

Plenária

A plenária será um momento relevante para a reflexão dos próximos passos da Comissão Paranaense e da articulação das organizações e movimentos, para a efetiva implantação das decisões do congresso. Além de representar as entidades paranaenses na 1ª Confecom, o CPC foi responsável pela organização da 1ª Conferência Paranaense de Comunicação, em novembro de 2009, em Curitiba, e pelas suas 13 etapas preparatórias em diversas cidades do Estado.

A Plenária será aberta às 9h com uma avaliação da Confecom e de seus desdobramentos, a cargo dos jornalistas Rachel Bragatto (Intevozes) e Ayoub Hanna Ayoub (Sindicato dos Jornalistas de Londrina). Das 11h às 12h, Aniela e Denise Matoso, do Conselho Regional de Psicologia (CRP), falarão sobre “As prioridades do movimento de comunicação no Paraná”. Das 14h às 15h30, Douglas Moreira, da Ciranda (Rede Andi) e o vice-presidente do Sindijor em Foz do Iguaçu, Wemerson Augusto, discutirão a nova forma de ser da CPC após a realização da Conferência. Por fim, às 16h a Plataforma será oficialmente apresentada e se procederá à assinatura do termo.

Para saber mais, acesse http://proconferenciaparana.com.br/

Integra da Plataforma do Direito da Comunicação aqui.

Contato: Rachel Bragatto (41) 9993-0488, João Paulo Mehl (41) 9627-5518 ou Aniela Almeida (41) 8862-7332

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O quê? Cerimônia de adesão dos candidatos a cargos eletivos à “A plataforma do direito à comunicação”.

Quando? Sábado, 11 de setembro de 2010, às 16h, ao final da Plenária Estadual da Comissão Paranaense Pró-Conferência Nacional de Comunicação (CPC).

Onde? Sede do Sindicato dos Trabalhadores da Construção Civil de Curitiba – Sintracom Curitiba -Rua Mateus Leme, 324, no Centro Cívico

sexta-feira, 30 de outubro de 2009

Até quarta-feira: inscrições à Conferência Estadual de Comunicação

Estão abertas até as 18h do dia 4 de novembro as inscrições para a I Conferência Estadual de Comunicação, que acontece no Canal da Música, em Curitiba, nos dias 6 a 8 de novembro como prévia à Conferência Nacional de Comunicação (Confecom). As inscrições devem ser feitas pelo site www.confecomparana.pr.gov.br, no item “inscreva-se”. Lá também já está disponível a programação do encontro, que terá painéis em torno de três eixos temáticos: “produção do conhecimento”, “produção de conteúdo” e “cidadania: direitos e deveres”. Outras informações referentes ao evento podem ser conferidas no mesmo endereço. Os interessados em participar da conferência deverão, no ato da inscrição pela internet, indicar uma das três categorias de inscrição às quais se encaixam. São elas: representantes do poder público (nas esferas estadual e municipal), representantes da sociedade civil empresarial (dos meios de comunicação) ou representantes da sociedade civil de um modo geral (desde que não sejam do poder público ou do meio empresarial).
Programa - A edição do dia 30/10 do programa Projeto Popular, que vai ao ar na TV Educativa, terá como tema a Conferência Estadual de Comunicação. Serão entrevistadas as jornalistas Elza de Oliveira Filha, professora da Universidade Positivo, e Flora Nunes, da Universidade Estadual de Londrina e membro da Comissão Organizadora da Conferência Estadual. O programa começa às 20h10.
Mulheres – Ainda como prévia à Confecom, acontece na quarta-feira, das 14h30 às 17h, a Conferência Livre Virtual das Mulheres, numa promoção da Rede Mulher e Mídia. A videoconferência também será transmitida pelo sistema Interlegis (www.interlegis.gov.br), por meio das Assembleias Legislativas dos Estados. Mais informações pelo e-mail seminariomulheremidia@uol.com.br

quarta-feira, 14 de outubro de 2009

Quarta-feira, em Curitiba: Conferência Livre de Comunicação e Juventude

A União Paranaense dos Estudantes e a Comissão Paranaense Pró-Conferência Nacional de Comunicação realizam nesta quarta-feira, dia 14, a partir das 14h, no Casarão da UPE (Rua Carlos Cavalcanti, 1157), em Curitiba, a Conferência Livre de Comunicação e Juventude, como fase preparatória à Conferência Nacional de Comunicação (Confecom). À tarde, está programado um debate sobre a Confecom e seus três eixos. A partir das 15h30 haverá exibição do filme “Alma do Negócio” para debater o Direito Humano à Comunicação, além da formação de grupos de trabalho para cada eixo temático. Às 18h, começa o debate sobre liberdade do conhecimento. Mais informações, aqui.
Confecom – A Confecom, prevista para acontecer entre os dias 1º e 3 de dezembro, foi adiada, em virtude de coincidência na agenda do presidente Lula. A Conferência, agora, terá início em 14 de dezembro, em Brasília, e vai até o dia 17. As etapas prévias do Paraná não devem sofrer mudança de cronograma.
Ponta Grossa – Também no dia 14 de outubro será a vez de Ponta Grossa realizar sua Conferência Livre de Comunicação. O encontro acontece no Auditório da Universidade Estadual de Ponta Grossa.
Londrina – A 1º Conferência de Comunicação de Londrina (oficial) encerrou-se na última sexta-feira, com a aprovação de teses do Conselho Regional de Psicologia e do Movimento Negro. As propostas ainda não foram sistematizadas.
Carta de Curitiba – As entidades que participaram da 1º Conferência Livre de Comunicação de Curitiba divulgaram a Carta de Curitiba, com a sistematização das propostas.

quinta-feira, 8 de outubro de 2009

Curitiba realiza sua Conferência Livre de Comunicação

foto: Leandro Taques


Mais de 100 pessoas, representando 30 entidades, participaram na terça-feira, no Espaço Cultural dos Bancários, da Conferência Livre de Comunicação de Curitiba. Estiveram presentes o deputados estaduais Professor Lemos e Tadeu Veneri (PT), além de Geraldo Serathiuk, representando o governo do Estado. Foram aprovadas moções em defesa do diploma para o exercício do Jornalismo e da criação do Conselho Federal de Jornalismo como meio de garantir o contraditório na imprensa. Foram aprovadas ainda teses em defesa do controle social da mídia, do acompanhamento democrático e transparente das concessões de radiodifusão, a regulamentação da norma constitucional da complementaridade dos sistemas estatal, público e privado, da regulamentação dos serviços de banda larga, para que o acesso a eles não fique submetido tão-somente às variáveis econômicas. Uma comissão está sistematizando as propostas aprovadas.

<<<<> – No sábado tinha sido a vez de Foz do Iguaçu realizar sua Conferência Livre. Professores, estudantes, jornalistas, blogueiros, advogados, entidades debateram trouxeram ideias, críticas e sugestões de como democratizar a comunicação no país. Ao final, foi aprovada a Carta de Foz.
foto: Marcos Labanca


sexta-feira, 2 de outubro de 2009

Curitiba realiza nesta terça-feira I Conferência Livre de Comunicação

Evento é preparatório à Conferência Estadual de Comunicação e à Confecom

Entidades da sociedade civil, de governo e do mercado de mídia vão se reunir nesta terça-feira, dia 6, em Curitiba, para discutir os grandes temas da comunicação do país desde uma perspectiva local na I Conferência Livre de Comunicação de Curitiba, que acontece no Espaço Cultural dos Bancários (Rua Piquiri, 380, Rebouças), a partir das 18h.
O evento, que tem âmbito municipal e é aberto ao público, pretende reunir pelo menos 27 entidades, como fase preparatória da regional livre, prevista para ocorrer em Pinhais no dia 17 de outubro, que, por sua vez, subsidiará a Conferência Estadual de Comunicação, que congregará a discussão de todos os encontros regionais nos dias 6, 7 e 8 de novembro.
Na Conferência Livre de Curitiba, haverá exposições seguindo os principais temas da Conferência Nacional de Comunicação (Confecom), além de um painel de conjuntura, que será seguido de debate, mediado por Silvana Prestes, representante da Coordenação dos Movimentos Sociais (CMS). O jornalista Mário Messagi Junior, professor da UFPR, vai falar sobre a comunicação como direito humano. A jornalista Aniela Almeida, vice-presidente da Federação Nacional dos Jornalistas (Fenaj) na região Sul e diretora financeira do Sindicato dos Jornalistas Profissionais do Paraná, fará uma exposição sobre o histórico da luta dos movimentos sociais do Estado pela democratização da comunicação. Deve haver ainda uma exposição sobre produção e conteúdo de mídia.

CONFECOM
Toda a mobilização se deve à proximidade da Confecom, que, com o tema “Comunicação: meios para a construção de direitos e de cidadania na era digital”, será realizada em Brasília nos dias 1º, 2 e 3 de dezembro. Almejada pelos movimentos sociais e adiada tanto quanto possível por governos e empresas de mídia, a Confecom, convocada no início deste ano pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva, será finalmente uma oportunidade de a sociedade debater e propor políticas para a democratização da comunicação e a mudança de marcos legais da mídia, especialmente a eletrônica.
A Confecom será presidida pelo Ministério das Comunicações e conta com uma Comissão Organizadora Nacional, que tem a incumbência de regular todos os aspectos da conferência. A Comissão conta com oito representantes do Executivo Federal e representantes da sociedade civil, divididos entre entidades dos movimentos sociais, organizações do setor privado e mídia pública. Além da Comissão Nacional, cada Estado possui sua comissão local, que está promovendo encontros municipais de caráter oficial e conferências livres municipais e regionais.
a Comissão Organizadora Nacional determinou três eixos temáticos para a Confecom – Produção de Conteúdo, Meios de Distribuição e Cidadania: Direitos e Deveres. Um quarto eixo, defendido pelos movimentos sociais – Sistemas de Comunicação – deixou de ser contemplado, diante da pressão em sentido contrário de governo e empresas.
REGIONAIS
Como prévia à Confecom, os Estados realizam até 8 de novembro conferências estaduais, que são antecedidas de etapas regionais e municipais. As etapas preparatórias têm caráter mobilizador e deliberativo, e podem encaminhar diretrizes para a Conferência Estadual de Comunicação. As etapas regionais no Paraná foram abertas com Francisco Beltrão, que sediou no dia 11 de setembro a primeira Conferência Livre de Comunicação da região sudoeste do Paraná.
A próxima etapa regional livre ocorrerá em
Foz do Iguaçu, neste sábado, dia 3. O encontro, que envolverá, além de Foz, municípios da região Oeste do Paraná, terá como tema central “Democratizar a Comunicação é possível” e contará com as mesas “Direito Humano à Comunicação e Democratização da Mídia” e “Práticas de Mídias Alternativas”. Depois de Curitiba, no dia 6, estão confirmadas etapa municipal livre em Ponta Grossa (dia 14, no Grande Auditório da UEPG) e regionais livres em Campo Mourão (dia 16, na sede da Fecilcam), Cascavel, Toledo e Maringá (todas no dia 17, em locais a confirmar) e ainda em Guarapuava (dia 19, na Unicentro). Em Londrina, nos dias 9 e 10, acontece a conferência municipal, de caráter oficial.

Para saber mais, acesse:
http://proconferenciaparana.com.br

quarta-feira, 30 de setembro de 2009

Foz do Iguaçu realizará no sábado Conferência Livre de Comunicação


Após a 1º Conferência Livre do Sudoeste do Paraná, realizada em Francisco Beltrão, dia 11, será a vez de Foz do Iguaçu e região discutirem e proporem políticas públicas de comunicação. A Conferência Livre de Comunicação de Foz do Iguaçu acontece no próximo sábado, dia 3, a partir das 8h, na Câmara de Vereadores, como prévia para a etapa estadual em Curitiba, de 6 a 8 de novembro; e à nacional, em Brasília, de 1º a 3 de dezembro. O encontro terá como tema central “Democratizar a Comunicação é possível” e contará com as mesas “Direito Humano à Comunicação e Democratização da Mídia” e “Práticas de Mídias Alternativas”. Ao final desta atividade será encaminhada a Carta de Foz do Iguaçu. Haverá ainda a exibição do documentário “Jornal Nosso Tempo: um marco de resistência democrática em Foz do Iguaçu”. Depois de Foz, devem realizar o encontro Curitiba (conferência municipal livre no dia 6 de outubro, ainda como prévia do Encontro Estadual) e Londrina (municipal oficial nos dias 9 e 10). Para saber mais sobre a conferência de Foz, clique aqui.

terça-feira, 29 de setembro de 2009

Semana Horizontes lembra atuação de presos políticos paranaenses

Continuam os eventos em comemoração ao 30 anos da Anistia. A Semana Horizontes prossegue com a apresentação da peça 'Henfil Já', na sala 200 da Faculdade de Direito da UFPR, a partir das 21h desta terça-feira. Na quarta-feira, no Prédio Histórico da UFPR acontece a abertura da exposição da escultura “Nunca más”, do artista plástico argentino Alfi Vivern (Saguão) e início das atividades do Seminário Direito à Memória e à Verdade: 30 anos de luta pela Anistia Política. No dia 1º, acontece oficina de cinema com os professores Luis Fernando Lopes Pereira e Mário Lopes Amorim (às 13h30) e lançamento do livro "Brasil Direitos Humanos: 60 anos da Declaração Universal", da Secretaria de Direitos Humanos.

sexta-feira, 25 de setembro de 2009

Mais regiões do Estado confirmam suas Conferências Livres de Comunicação

Banner Pró-Conferência
Região Metropolitana de Curitiba e Litoral do Paraná organizam no dia 17 de outubro, na Secretaria de Educação de Pinhais, a sua Conferência Regional Livre de Comunicação, como prévia à Conferência Estadual de Comunicação, no início de novembro e à Confecom, que acontece em Brasília, em dezembro. Antes, no dia 3, será a vez da região Oeste realizar seu encontro, em Foz do Iguaçu; já a cidade de Curitiba terá sua conferência no dia 6. A região centro ocidental do Estado promove sua conferência no dia 16, em Campo Mourão A programação da conferência em Foz pode ser vista aqui. Os locais e horários das demais conferências devem ser divulgados em breve.