sexta-feira, 12 de agosto de 2011
Convenção Coletiva dos jornalistas depositada na SRTE
quinta-feira, 11 de agosto de 2011
Sindijor solidário à jornalista Gisah Batista
O Sindicato dos Jornalistas Profissionais do Paraná presta solidariedade à colega Gisah Batista, da RPC TV, vítima de injustificável e cruel ironia pública após a divulgação na internet nesta semana de uma entrada ao vivo no Paraná TV veiculada há cerca de um mês na qual aparece atendendo o celular para estabelecer contato com o link. A um só tempo, a jornalista da RPC TV foi vítima da falta de condições adequadas de trabalho e da intolerância aos erros (no caso, suposto) dos jornalistas em trabalho. Operando com uma unidade móvel que não conta com o “retorno”, Gisah estava sendo informada pelo celular de sua entrada ao vivo. No entanto, o aparelho sofreu uma interferência e a repórter teve de trabalhar “às escuras”, sem ter certeza sobre se estava ou não no ar. Imaginando que ainda não estivesse com o link sendo veiculado, atendeu ao telefone, supondo estar sendo chamada pela coordenação do link, como de fato estava. Internamente, a falha foi apontada como sendo da engenharia – e não da repórter, o que não impediu que, com a divulgação do vídeo na internet, surgissem ironias e boatos de que Gisah teria sido demitida, o que jamais foi cogitado pela emissora. “Por causa desta falha técnica fui tachada de incompetente, incapaz, mas estou com a consciência tranquila”, afirmou a jornalista, ainda surpresa com os boatos sobre demissão. Após a disseminação do vídeo no YouTube, nos blogs e twitter comentários maldosos e até agressivos foram a tônica, mas o que aborreceu Gisah foram as críticas veiculadas em sites jornalísticos, alguns dos quais nem procuraram informações detalhadas dela e da emissora. “Fiquei espantada com a forma como fui julgada sem se interessarem em saber o que realmente aconteceu”, disse a jornalista. Se é verdade que a RPC TV soube identificar a natureza da falha e eximir a jornalista de qualquer responsabilidade, é certo que a empresa não pode expor os jornalistas a condições de trabalho inadequadas, capazes de comprometer a qualidade do produto editorial e colocá-los em situações vexatórias. O “link cego” não foi mais usado pelos repórteres da RPC TV, também por insistência destes, que se recusaram a trabalhar com o equipamento. Que a RPC o aposente e permita que todos os jornalistas tenham condições adequadas de trabalho. À Gisah fica reiterada nossa solidariedade, pois poucos sabem os meandros do fazer jornalístico e os riscos a quem expõe a credibilidade todos os dias nos veículos de comunicação.
terça-feira, 2 de agosto de 2011
Sindijor entrega fraldas arrecadadas na campanha salarial





quarta-feira, 20 de julho de 2011
Sindijor repudia agressão do vereador Derosso a jornalista
O Sindicato dos Jornalistas Profissionais do Paraná repudia a agressão verbal do presidente da Câmara de Vereadores de Curitiba, João Cláudio Derosso, ao jornalista Karlos Kohlbach, da Gazeta do Povo. Nesta segunda-feira (18), Derosso concedia entrevista ao jornalista Álvaro Borba, na Rádio CBN, em que comentava as denúncias publicadas na Gazeta sobre suspeita de irregularidade na contratação de agências de publicidade pela Câmara. Embora sem citar nominalmente Kohlbach, Derosso disse que “infelizmente o jornalista da Gazeta foi mau-caráter” (áudio aqui). Kohlbach tem sido, desde a última sexta-feira, o autor das reportagens que mostram os indícios de ilicitude levantados pelo Tribunal de Contas nas concorrências para serviços de comunicação no Legislativo Municipal. Ao insultar um jornalista no desempenho de suas funções, num ato de injustificável agressividade para tentar neutralizar as suspeitas que pesam contra si, Derosso apenas reprisa a conduta lastimável de homens públicos surpreendidos em situação comprometedora e que não encontram resposta melhor do que tentar desqualificar o trabalho da imprensa ou a honra dos jornalistas. Agressões levianas como esta são injustificáveis e merecem toda a repulsa da categoria e da sociedade consciente do papel da imprensa e da necessidade de eficiência e transparência na administração pública. Os 14 anos na presidência da Câmara de Curitiba deveriam ter ensinado a Derosso ao menos que a civilidade e o tratamento respeitoso à imprensa são requisitos imprescindíveis a um homem público, mesmo em circunstâncias adversas. Enquanto repudia a agressão do vereador, o Sindijor defende ampla investigação nos contratos de publicidade pelo Ministério Público e o rigoroso controle pelo Tribunal de Contas, além de que seja acatada a denúncia feita à Comissão de Ética da Câmara a respeito da conduta de seu presidente.
terça-feira, 12 de julho de 2011
Jornalistas paranaenses aceitam contraproposta patronal de reajuste de 5%


Sessão de assembleia | Favoráveis à proposta | Contrários à proposta |
Curitiba (segunda à noite) | 59 | 30 |
Foz do Iguaçu | 3 | 18 |
Cascavel | 7 | 11 |
Ponta Grossa | 9 | 0 |
Curitiba (terça ao meio-dia) | 32 | 16 |
TOTAL | 110 | 75 |
segunda-feira, 11 de julho de 2011
Por enquanto, jornalistas vão aceitando proposta patronal



Assembleia em Curitiba (fotos de Valquir Aureliano)
Os jornalistas paranaenses, reunidos em sessões de assembleia geral extraordinária na noite desta segunda-feira (11), aceitaram – por ora – a contraproposta patronal de reajuste salarial de 5% (inflação, mais 0,32% de aumento real). Ao todo, foram 78 votos a favor e 59 contra a proposta patronal.
Em Curitiba, foram 89 votantes, sendo 59 favoráveis e 30 contra. O placar em Foz do Iguaçu foi de 18 contra a proposta e três a favor. Em Cascavel, o “não” levou vantagem frente à proposta patronal (11 votos a 7). Já em Ponta Grossa todos os nove votantes aceitaram os 5%.
O resultado, porém, não é definitivo. Amanhã (terça, 12), uma nova sessão da assembleia permanente acontecerá na sede do Sindijor, em Curitiba, ao meio dia. É importante que todos os que puderem participar manifestem-se na assembleia. Na assembleia desta noite em Curitiba foi rejeitada a proposta de voto por procuração.
sexta-feira, 8 de julho de 2011
Venha, discuta, participe da assembleia da categoria no dia 11
- Curitiba - Sede do Sindijor (Rua José Loureiro, 211), Centro, às 20h em primeira convocação, e às 20h30 em segunda convocação;
- Ponta Grossa - Sindicato dos Empregados no Comércio (Rua General Carneiro, 750), às 19h30 em primeira convocação, e às 20h em segunda convocação;
- Cascavel - Fundação Iguaçu (Rua Fortunato Bebber, 1822), às 19h45 em primeira convocação, e às 20h15 em segunda convocação;
- Foz do Iguaçu - Sede do Sindijor (Rua Rui Barbosa, 1032, sala 50, Shopping Mercosul) às 19h30 em primeira convocação, e às 20h em segunda convocação;
quinta-feira, 7 de julho de 2011
quarta-feira, 6 de julho de 2011
Patrões oferecem 0,32% de aumento real para renovar a CCT
Parece que as mobilizações dos jornalistas paranaenses, nas redações e locais de trabalho da capital e interior, têm incomodado as empresas de comunicação. Depois da inércia durante nove meses de negociação, o Sindicato das Empresas de Jornais e Revistas do Paraná encaminhou ao Sindijor-PR uma proposta oferecendo ganho real de 0,32%. Isso comprova que a luta por 1% de aumento real da categoria vem surtindo efeito.
No documento, a entidade patronal propõe, além dos 0,32% de aumento, o pagamento da inflação de 4,68% (outubro de 2009 até setembro de 2010), a manutenção de todas as cláusulas da última Convenção Coletiva e a inclusão da licença-maternidade de 180 dias. Embora a Direção do Sindijor-PR aguarde a chegada da proposta do Sindicato das Empresas de Rádio e Televisão, que deve ter redação idêntica à proposta dos impressos, já é o momento de a categoria se manifestar.
Para isso, o Sindijor-PR convoca todos os trabalhadores para uma nova assembleia geral, que acontecerá na próxima segunda-feira, dia 11 de julho, na sede do Sindicato. A primeira convocação está marcada para as 20h. A partir das 20h30, a assembleia se inicia com qualquer quorum. Também serão realizadas na segunda-feira sessões nas cidades das regionais do sindicato – Foz do Iguaçu, Cascavel e Ponta Grossa. Em Cascavel, será na Fundação Iguaçu (Rua Fortunato Bebber, 1822) às 20h15 em segunda convocação; em Ponta Grossa, no Sindicato dos Empregados no Comércio (Rua General Carneiro, 750), às 20h em segunda convocação; para Foz, o local e o horário ainda não estão definidos.
Ao longo dessa semana, diretores do Sindijor e das subseções regionais vão passar pelas redações convocando todos. Será o momento de a categoria se manifestar a respeito da proposta patronal e definir os rumos da negociação pela renovação da CCT 2010/2011.
sexta-feira, 1 de julho de 2011
terça-feira, 28 de junho de 2011
Jornalistas mobilizados para um dia de preto e roxo nos nove meses sem convenção

quarta-feira, 15 de junho de 2011
Adesões ao movimento dos jornalistas por aumento real crescem
O Sindijor continua recebendo diversas manifestações de apoio à decisão tomada em assembleia na última segunda-feira de prosseguir a negociação para a conquista de aumento real. A resposta dos jornalistas à intransigência patronal trouxe novo alento à luta dos trabalhadores por aumento real. O Sindijor já está preparando ações para mobilizar a categoria até o dia 1º de julho, quando acontece mais um preto e roxo nas redações.
Outros Estados - Os jornalistas do Distrito Federal também estão tendo dificuldades para fechar a convenção coletiva por conta da intransigência patronal. Contra tudo o que entende a Justiça do Trabalho desde a Emenda Constitucional 45/04, os jornalistas devem ingressar com dissídio sem a anuência dos patrões, para que o Judiciário arbitre o conflito. Veja mais aqui. Em São Paulo, os patrões do interior do Estado ofereceram 0,06% de aumento real para os jornalistas. Parece irônico, mas é mais do que oferecem os donos da imprensa paranaense.
É realidade, não para nós - Aumento real é a regra para os trabalhadores brasileiros. A pesquisa do Dieese divulgada ontem mostrou que, no ano passado, 94% dos 660 pisos salariais analisados pelo Dieese tiveram reajuste acima do Índice Nacional de Preços ao Consumidor (INPC). Mas não para os jornalistas paranaenses, que têm de enfrentar nove meses sem aumento algum e quase quinze anos “empatando” com a inflação – num empate que representa perdas, já que os salários são corroídos mês a mês, e a reposição é apenas uma vez no ano.
terça-feira, 14 de junho de 2011
Chega do mesmo, queremos aumento real!
A assembleia de ontem (13), em quatro cidades da base do Sindijor, rejeitou, por esmagadora maioria, a proposta patronal de fechamento da Convenção Coletiva de Trabalho com mero repasse da inflação (4,68%, retroativo a outubro de 2010). Cansados das negativas, os jornalistas presentes às sessões realizadas em Curitiba, Ponta Grossa, Cascavel e Foz do Iguaçu deram um basta à monotonia de dizer sempre sim à pressão patronal e insistiram em forçar os patrões a ceder um reajuste com aumento real.
Nada de ganho real é uma humilhação que a categoria não aceita mais. Enquanto o piso perde valor, as tabelas de publicidade são majoradas ano a ano, o preço de capa dos jornais teve aumento de no mínimo 100%, a audiência é superior em todos os segmentos dos meios eletrônicos, os jornalistas acumulam funções e responsabilidade, seu poder de compra vem sendo corroído pela inflação e pelo estrondoso arrocho salarial imposto há 14 anos à categoria. Enquanto isso, aumento real é realidade para quase todos os trabalhadores.
Capitular, admitindo a perda de direitos conquistados nas últimas seis diretorias e mantidos mesmo com imensa pressão do baronato da mídia, é coisa inaceitável. É hora de dizer basta às indecorosas e absurdas propostas patronais. Os jornalistas já cederam muito além de sua capacidade de dialogar.
Exigimos aumento real
Jornalistas, unidos e conscientes do seu potencial, vão dizer um “basta” aos representantes patronais que mostram falta de caráter ao mentir na negociação e contestar informações verídicas, confirmadas pelo Projeto Inter-Meios, IVC, Rais e outros mecanismos de medição da atividade nesse setor da economia brasileira. Vamos à luta pelo aumento real. Exigimos respeito! Aumento real já!
Ações
Agora é hora de mobilizar. E no dia 1.º de julho, quando completaremos nove meses de intransigência dos patrões, vamos vestir roxo e preto, fazer paralisações nas redações e exigir respeito e mostrar amor próprio.
Além da volta do uso do preto e roxo e atos de protesto no cafezinho, está sendo preparado um ato de “anticomemoração” pelos nove meses de atraso na “gestação” da Convenção Coletiva, com a arrecadação de fraldas, para que sejam repassadas a uma instituição de atendimento a crianças carentes.





















